O cliente é quem anda
Cada cliente ocupa a etapa em que está, e cada movimento fica registrado. Saiba quando entrou, quando avançou e há quanto tempo está parado.
Cada cliente percorre seu próprio fluxo de implantação, com etapas, dados e tarefas conectados em um só lugar.
A etapa e a data de entrada pertencem ao cliente, e não à tarefa. É isso que faz o quadro responder em que ponto do onboarding cada empresa está, e há quanto tempo ela não sai dali.
Escolha um recurso e veja a tela do jeito que ela aparece no produto.
Você define as etapas, os campos e as tarefas de cada uma. O funil abaixo é o ponto de partida, e cada empresa desenha o seu.
Do contrato à ativação, cada cliente percorre um fluxo definido, com dados, tarefas e responsáveis reunidos no mesmo registro.
Cada cliente ocupa a etapa em que está, e cada movimento fica registrado. Saiba quando entrou, quando avançou e há quanto tempo está parado.
Defina o que cada etapa exige e quais campos são obrigatórios. Se algo estiver faltando, o cliente não avança.
Responsável, prazo, prioridade e status ficam ligados à etapa que precisa acontecer. A execução acontece dentro da implantação, sem criar outro projeto.
Dados da empresa, contatos, notas, campos personalizados e histórico ficam reunidos na implantação. Quem assume o cliente encontra tudo ali.
Comece com um modelo pronto ou monte seu próprio funil. Defina etapas, campos e permissões de acordo com cada tipo de implantação.
A implantação começa com os dados da empresa já preenchidos pelo CNPJ. Depois da ativação, o contexto acumulado segue para o Brain e acompanha o cliente.
Quem assinou e ficou parado na coleta some do radar do time e volta como reclamação. O quadro mostra quem não anda, e há quanto tempo, antes de virar problema.
O que a etapa exige vira memória de quem faz, e o padrão se perde na primeira troca de responsável. O funil transforma isso em regra do processo.
Sem o tempo em cada etapa, a demora até o cliente ativar é sensação de quem está dentro dela. Com o tempo medido, o gargalo tem nome e lugar.
Terminada a implantação, o contexto do cliente fica na cabeça de quem conduziu, e quem atende depois começa do zero.
Quatro cenas do onboarding do jeito que a Implantação resolve.
Uma empresa entrou na coleta e não saiu mais. Como a etapa e a data de entrada pertencem ao cliente, o quadro mostra há quantos dias cada um está parado ali, e quem conduz descobre pelo quadro, não pela cobrança de quem assinou.
A etapa define o que exige, e a cobrança acontece na hora de avançar. Quem assume o cliente no meio do caminho encontra a mesma regra que a pessoa anterior seguia.
Com o tempo medido em cada etapa, a demora até a ativação deixa de ser sensação. O painel mostra onde os clientes se acumulam e quanto o processo leva de ponta a ponta.
No fim da implantação, o que o processo juntou sobre aquela empresa aterrissa no Brain. Quem atende depois não começa perguntando o que o cliente já respondeu na coleta.
O Marvin consulta e opera a Implantação dentro das permissões de cada pessoa, e respeita as mesmas regras da tela: se a etapa exige um campo, ele também não passa sem o campo.
Cada produto resolve uma dor, e todos compartilham o mesmo cadastro e o mesmo Marvin.